Y2K Player Baixar o app

A metade sped up
do seu edit

Acelere um som pronto para 125–140% com o tom subindo, ache o trecho no loop e exporte o áudio do edit em MP3. Sem upload, sem conta.

  • Tempo e tom, ligados
    50–200%, como um disco: arraste qualquer controle e ouça na hora.
  • Nada é enviado
    Sem servidor, sem conta, sem fila.
  • Exportação grátis
    MP3 ou WAV, a música inteira, em segundos.
  • Reverb de verdade
    Seis salas, da pequena à grande, com controle de mix.
  • Qualquer formato comum
    Entram MP3, M4A, WAV, FLAC; sai MP3 ou WAV.
  • O app vai além
    Biblioteca, playlists, visualizadores, exportar vídeo — grátis no iPhone e iPad.

O app

Esta ferramenta vem de um player completo.

O Y2K Player é um player de música para iPhone e iPad. Ele toca seus arquivos em qualquer velocidade, lembra os ajustes de cada música e tem temas que mudam o visual do app inteiro. Cada telefone desta fileira é o mesmo app com outro tema.

Visualizadores

Visualizadores desenhados ao vivo a partir da música.

Enquanto uma música toca, o app pode mostrar um visualizador gerado do áudio em tempo real. Dá para trocar durante a música, e a exportação de vídeo do app o usa como fundo.

Grátis na App Store
Baixar na App Store

Primeiro, a conversa honesta: o que esta página faz

Montagem, funk e phonk são gêneros de produção: nascem em um programa de produção musical, com beat, sample, grave desenhado e mixagem. Esta página não faz nada disso — ela não cria beat, não corta sample, não produz. O que ela faz é a outra metade do trabalho, a que quase todo edit precisa: pegar um som pronto e fazer a versão sped up dele, entre 125% e 140%, com o tom subindo junto.

Vale dizer isso com clareza porque a palavra “montagem” carrega as duas coisas. Se o seu objetivo é produzir uma montagem do zero, você precisa de uma ferramenta de produção e de tempo com ela. Se o seu objetivo é o de todo dia nos edits — pegar aquele phonk, aquele funk, aquela faixa que você tem como arquivo e deixá-la acelerada, mais aguda e mais urgente para casar com o corte do vídeo —, é exatamente para isso que a ferramenta no topo desta página existe, e ela resolve isso em um minuto, de graça, sem sair do navegador.

A aceleração aqui é a clássica, de disco: velocidade e tom sobem juntos, 12 semitons por dobro. É o que dá à versão sped up o timbre que o formato tem — a voz que sobe, o grave que aperta, a pressa que combina com corte rápido.

125–140%: a faixa que os edits usam

Para som de edit, a diferença entre 125% e 140% é a diferença entre “acelerado” e “no limite” — e cada trecho pede um ponto diferente dessa régua.

A régua do sped up para edits
VelocidadeTomCaráter no edit
125%+3,9 semitonsAcelerado e ainda encorpado — funciona em quase tudo
130%+4,5 semitonsO meio da régua; o preset desta página parte daqui
135%+5,2 semitonsUrgência clara — bom para cortes rápidos
140%+5,8 semitonsO teto prático; acima disso a voz afina demais

Phonk aguenta bem a parte alta da régua — as vozes graves e o peso da produção seguram a subida de tom. Funk com voz em destaque costuma ficar melhor na parte baixa: a 125–130% ele ganha pressa sem a voz virar caricatura. E qualquer som com grave muito protagonista merece um teste com fone antes de decidir, porque o grave também sobe de região quando o tom sobe — às vezes isso deixa o som mais seco do que você espera.

O loop é a sua mesa de trabalho

Edit se faz com trecho, não com música inteira. Marque o loop no pedaço que vai casar com o vídeo — o drop, a virada, os oito segundos que importam — e escolha a velocidade ouvindo só ele. A forma de onda mostra onde o som cresce, o que ajuda a mirar o loop no lugar certo sem ficar caçando de ouvido.

Uma decisão por vez

Quando o trecho não fecha com o corte, a tentação é mexer em tudo ao mesmo tempo — velocidade, mix, ponto do loop. Resista: mude só a velocidade primeiro, em passos de 2–3%, e reavalie. Na maior parte das vezes o problema é esse ajuste fino, não o resto. Um som escolhido a 133% em vez de 130% pode ser a diferença entre a batida cair em cima da transição do vídeo ou meio passo fora dela — e essa diferença o espectador sente, mesmo sem saber nomear.

Do som pronto ao áudio do edit

O fluxo completo, pensado para terminar dentro do seu editor de vídeo.

1. Solte o arquivo do som na ferramenta — MP3, M4A ou WAV, até 50 MB. Se quiser só sentir os controles, a faixa de demonstração serve.
2. Dê o play no preset de 130% e ouça o trecho que você pretende usar, não a faixa inteira.
3. Marque o loop nesse trecho e suba ou desça a velocidade dentro da régua 125–140% até o ritmo casar com o corte que você imagina.
4. Se o som acelerado ficou magro, experimente um toque de reverb Room com mix baixo, uns 15%; para a maioria dos edits, seco funciona melhor.
5. Exporte — WAV se o áudio ainda vai ser cortado e ajustado no editor de vídeo, MP3 se for direto para o post. A exportação é grátis e sai a faixa inteira; depois do fim da música entra uma nota de voz curta, e como todo edit corta o áudio de qualquer jeito, ela nunca chega ao vídeo final.
6. No editor de vídeo, alinhe o início do trecho com o primeiro corte e apare o resto.

Nenhum passo envolve conta, upload ou espera. O som sai do seu aparelho apenas quando você mesmo publica o edit.

Você vive de fazer edits? Existe um player para isso.

Quem faz edit volta sempre nos mesmos sons — e é aí que o Y2K Player, para iPhone e iPad, muda o fluxo.

Ele é um player de música em que cada faixa guarda os próprios ajustes: o phonk que você usa a 135% fica salvo a 135%, na sua biblioteca, dentro das suas playlists — uma playlist só de sons de edit, cada um já no ponto, é exatamente o tipo de coisa que ele faz bem. No app, o tom também se controla separado da velocidade, para quando o edit pede pressa sem a voz subir. E ele exporta vídeo em 1080p com visualizadores por cima do som, direto do telefone, offline e sem conta.

Grátis para usar. O Pro é um pagamento único — para sempre.

Acabamento: o que separa um áudio de edit limpo

Dois detalhes técnicos fazem diferença desproporcional na hora em que o som encontra o vídeo.

Primeiro, o corte de entrada: comece o áudio exatamente em um ataque — o primeiro golpe do grave, a primeira sílaba — e não uns milissegundos antes. Um edit que abre em silêncio morto perde o impacto do primeiro frame; o loop daqui ajuda a achar esse ponto com precisão antes mesmo de exportar. Segundo, o volume: som acelerado concentra energia nos agudos, e picos estourados ficam ainda mais evidentes por cima de vídeo comprimido. Se o trecho mais cheio estalar no fone, baixe o volume da ferramenta para uns 90% e exporte de novo — as plataformas normalizam o volume ao publicar, então o arquivo limpo e um pouco mais baixo termina soando melhor que o alto e distorcido.

Perguntas que as pessoas realmente fazem

As dúvidas de quem faz montagem, phonk e edit — respondidas sem enrolação.

Esta ferramenta faz montagem?
Ela faz a metade sped up: acelera um som pronto com o tom subindo, entre 50% e 200%, e exporta o resultado. Montagem como gênero — beat, sample, produção — se faz em programa de produção musical; isso a página não faz, e não vamos fingir que faz.
Então para que ela serve no meu fluxo de edit?
Para o passo que se repete todo dia: transformar um som que você já tem na versão acelerada que casa com o corte. Loop para achar o trecho, régua de 125–140%, exportação grátis — e o áudio vai direto para o seu editor de vídeo.
Preciso instalar alguma coisa?
Não. Roda no navegador do celular ou do computador, sem app, sem extensão e sem conta. Só o arquivo do som e a página aberta.
Meu som é enviado para algum servidor?
Não. A música nunca sai do seu dispositivo — o processamento é feito pelo navegador, localmente. Nada de upload, fila ou link temporário.
Qual velocidade usar para phonk? E para funk?
Phonk costuma aguentar a parte alta da régua, 135–140%, porque as vozes graves seguram a subida de tom. Funk com voz em destaque tende a soar melhor a 125–130%. Em ambos, decida no loop, ouvindo o trecho que vai para o edit.
O grave sobrevive à aceleração?
Ele sobe de região junto com o resto — a 140%, quase 6 semitons acima. Em sons com grave protagonista isso pode soar mais seco que o original. Teste com fone; se perder peso demais, desça para 125–130%.
Posso adicionar reverb no som acelerado?
Pode — são seis salas com controle de mix. Para edit, a regra prática é pouco ou nada: um Room com mix perto de 15% devolve corpo sem embaçar. Reverb alto e corte rápido de vídeo raramente combinam.
O que sai na exportação?
A faixa inteira, em MP3 ou WAV, de graça. Depois do fim da música entra uma nota de voz curta — como o áudio de edit é sempre cortado no editor, ela não chega ao vídeo final.
Existe limite de arquivo?
Sim, 50 MB — qualquer MP3 cabe com sobra. WAV longo pode passar do limite; converta para MP3 antes ou trabalhe com o trecho.
Posso postar o edit com o som acelerado?
O uso da ferramenta é livre, mas os direitos do som original continuam valendo. Publicação depende das regras da plataforma e das permissões de quem fez a música.
Dá para acelerar sem o tom subir?
Aqui não — tom e velocidade andam juntos de propósito, porque esse é o som do sped up. Velocidade com tom independente existe no app gratuito de iOS, o Y2K Player.
Em que editor de vídeo o áudio exportado funciona?
Em qualquer um que aceite trilha de áudio própria — dos editores de celular aos de computador. O arquivo sai como MP3 ou WAV comum, sem formato especial: importe, alinhe o trecho com o primeiro corte e apare o resto, incluindo a nota de voz do final.

O som no ponto, o edit no corte.

A metade sped up do trabalho, grátis e no navegador. A outra metade — ouvir tudo já no ponto certo, todo dia — está no app, na App Store.

Grátis para baixar e ficar. O Pro é compra única: você paga uma vez e não renova.